Exercício para Reforma Íntima (Poliana e o Jogo do Contente)

Esse exercício tem a ver com felicidade, com ser feliz.

“Ahhh, mas é tão difícil!!! Tanta coisa acontece e acabamos atropelados pelos acontecimentos ruins, nem consigo ver algo de bom no meu dia.”
Encerre por aqui as lamentações e leia esse texto de coração aberto. O ano está se encerrando e em menos de 30 dias começaremos um novo ciclo. Você precisa se preparar para isso se quer que 2018 seja diferente. O ano não vai ser diferente se você não for.
Pelas “coincidências” da vida, o livro Poliana foi parar na minha frente na livraria. Em uma sessão que não tinha nada a ver com ele. É um livro de bolso, pequeno, e eu já tinha ouvido falar dele. Sobre o Jogo do Contente. Comprei e levei para casa.
Em pouco tempo li o livro. Nele, como em qualquer outro lugar, encontramos ensinamentos valiosos, quando estamos abertos a novas ideias. Não vou contar a história toda, indico a leitura se você quiser (Poliana – Autora: Eleanor H Porter).
Poliana era uma menina de 11 anos, filha de um pastor que acaba falecendo e ela vai morar com a tia. E ela conta que aprendeu com o pai o Jogo do Contente. Se resume a encontrar um motivo para ficar contente com as coisas que acontecem. Ela começou a jogar no dia que recebeu uma caixa de donativos, eles eram muito pobres e sempre recebiam doações. Ela tinha pedido uma boneca de presente, e na caixa vieram um par de muletas. O pai/pastor, ensinou a ela o jogo do contente. Que ela poderia poderia ficar feliz por não precisar usar as muletas.
No decorrer do livro, tem uma passagem muito interessante que vou transcrever aqui. É uma conversa de Poliana, com um pastor que morava na cidade onde ela foi morar.

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- Gosta de ser Pastor, sr Ford?
- Se gosto? É difícil responder .... por que me pergunta ? – O reverendo ergueu os olhos cansados.
- Só por curiosidade... por causa do seu olhar. Meu pai tinha, às vezes, a mesma expressão.
- E? – E nada mais disse o reverendo, voltando a fitar a pequenina folha.
- Nessas ocasiões eu sempre perguntava se ele gostava de ser pastor – insistiu Poliana – Assim como perguntei agora.
- E o que respondia seu pai? – O reverendo já sorria.
- Sempre a mesma coisa. Dizia que gostava... outras vezes afirmava que jamais seria pastor... se não fossem alguns trechos alegres da Bíblia.
O reverendo tirou os olhos da folhinha seca e fixou-os no rosto contente da menina.
- Como?
- Era como ele costumava chamá-los. É claro que a Bíblia não diz isso. Mas todas essas frases começavam com “alegria” ... “Sê contente com o Senhor”... ou “Rejubila-te com Ele”... ou “Salta de alegria”, assim por diante. O Senhor sabe mais do que eu. Certa vez quando esteve doente, papai contou 800 (oitocentos) pedacinhos desses.
- Oitocentos?!
- Sim, oitocentos deles, dos que mandavam a gente ficar alegre. Era o que o meu pai chamava de “textos alegres”.

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Outra coisa que percebemos na Bíblia é que o Senhor nos dá ordens, ele não faz pedidos. Levanta-te, Sê contente, Rejubila-te. Como desobedecemos as ordens do Senhor, não é mesmo?
O exercício dessa semana, além de propor o Jogo do Contente, é começar a se ajustar para cumprir as ordens de ser feliz.
1. Faça uma lista do que te faz feliz;
2. Faça uma lista do que você faz todos os dias.
3. Ajuste-as, comece a encaixar no seu dia o que te faz feliz.

Tania Scherer

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